Ao contrário do que muita gente pensa, o Chicote Verbal não é um blog autobiográfico. Eu já falo demais de mim mesmo aqui no JMC, lá é tudo ficção. Mas confesso que uso o Chicote e seu personagem patético para purgar algumas coisas erradas que carrego aqui dentro.
Pois bem, acho que já chega. Cumpriu o seu papel, muito obrigado seu músico, adeus. Não queria, porém, me despedir dele de forma trágica. No capítulo que eu tinha pensado originalmente, meses atrás, o músico se jogava da passarela da estação Tatuapé do metrô. Eu conservei o cenário mas dei esperança ao personagem, esperança que agora é um fardo dele, tenho nada com isso.
Vão , então. Os que gostavam do Chicote podem se despedir de nosso amigo menestrel. Os que não gostavam podem sentir o alívio de se verem livres daquela excrescência. Os que não conheciam podem ler os arquivos e talvez achar alguma coisa boa aqui e ali.

Paulo Polzonoff pede em seu último post que os entendidos (uia) em astrologia manifestem-se a respeito de um mapa astral. Eu, que não entendo nada, disse o que vejo sempre que olho para um mapa astral: ciclo trigonométrico, triângulos retângulos, quadrantes, senos, cossenos, tangentes, Teorema de Pitágoras… E então resolvi fazer meu próprio mapa astral. Não tenho a mínima idéia do que essas linhas aí significam, mas vejam como é bonito:

Morram de inveja do meu mapa astral.

Boa notícia: minha querida Fatamorgana trocou o Emotionrélio de servidor e agora está tudo funcionando que é uma beleza. Sou eternamente grato a essa menina, muito foda isso.

Uepa!


Má notícia: cheguei em casa ontem empolgado pra fazer umas caretas. Peneirei os 120 e-mails com pedidos que estavam na fila, preparei a câmera, configurei a placa de captura de vídeo. Aí fui ligar a câmera e… NADA! Pensei que fossem as pilhas, mas já troquei e não adiantou. Minha linda Cybershot cometeu suicídio. Não quero nem pensar no quanto vou gastar com o conserto, mas talvez tenha que reduzir bastante meu roteiro de férias. Ó raios!

Nhé.