Decidido a levar o prêmio do iBest Blog, resolvi investir pesado e contratei a ¿Dequejeito Corporaciones? para fazer minha campanha eleitoral. Os primeiros santinhos já estão prontos, agora só falta vocês distribuírem para os leitores de seus blogs. Seja um cabo eleitoral do JMC e ganhe uma mariola!


¿Dequejeito Corporaciones?

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Podem começar a distribuição, fariseus!

É foda. Toda vez que há uma festa em que eu sou o anfitrião, como a festa de 1 ano do JMC em fevereiro e meu aniversário ontem, procuro falar com todo mundo, circular, dar atenção a todos. Porque o fato de tantas pessoas se reunírem por minha causa me comove de verdade. E eu faço questão de dizer isso às pessoas, que estou muito feliz com a presença delas e coisa e tal. Aí sabem o que me dizem?
— Marco, você está bêbado!
VÃO TOMAR NO CU! Só bebi água na festa do JMC e ouvi isso de um monte de gente. Teve até um (não vou dizer que foi o Thiago) que veio me perguntar se eu tinha fumado maconha! Ontem eu até que bebi, mas permaneci sóbrio quase até o final. Mesmo assim tive que ouvir a mesma ladainha de sempre. E tudo isso por quê? Porque tento ser simpático, atencioso.
Então que se foda: Na próxima festa eu vou ficar o tempo todo sentado no meu canto. Quem quiser papo, que venha falar comigo. Já que cordialidade é sinônimo de embriaguez, talvez rudeza seja o equivalente de sobriedade.

Aniversário é dia de se fazer balanço, então resolvi fazer o meu. Aí lembrei que não levo jeito pra essas coisas. Acho que vou pedir pro meu tio serralheiro fazer um pra mim.
Serralheiro!
Balanço!
Rá!
Ok, vamos tentar de novo.
Geralmente penso na morte no meu aniversário. Este ano foi estranho: Só agora me dei conta que não pensei nela. Não tive tempo. Família, velhos amigos, novos amigos, todo mundo falando tantas coisas lindas para mim, então acabou que só consegui pensar mesmo na vida e no quanto ela às vezes vale a pena.
É o terceiro aniversário seguido em que não tenho um deus ao qual agradecer por mais um ano de vida. Isso faz falta, demais até. O vazio aqui dentro é imenso. Mas meus amigos quase o preenchem. E, houvesse deus em minha vida, muito teria a agradecer a ele. Como não há, vou me dirigir a este moleque de braço quebrado aí.
Ô moleque. Temos convivido esses anos todos. Essa foto aí foi tirada há mais de 26 anos, mas me orgulho de dizer que não deixei que você mudasse muito. Você cresceu, é verdade. Engordou feito um porco, depois emagreceu até virar um esqueleto, aí engordou de novo até ficar parecendo uma porca prenha obesa. Não tinha cabelos nessa época, depois os cabelos cresceram, mas não duraram muito. Mas esse brilho inocente nos olhos e esse sorriso abobalhado continuam quase intactos, as pernas tortas são as mesmas, o jeitinho meio aviadado é idêntico. Eu não o traí, eu não o abandonei, eu sempre ouvi sua voz aqui dentro de mim. Nunca falei com você em tom condescendente, mas sim do jeito que se deve falar com toda criança: Sério, olhando no olho, sem mentiras. E você sempre foi absolutamente sincero e direto comigo, como bom menino que é. Tenho cuidado bem de você esses anos todos, e você de mim.
Houve momentos em que estivemos sozinhos, podendo contar apenas um com o outro, e sobrevivemos. Somos uma dupla e tanto.
Sei que o decepcionei algumas vezes, que o entristeci, que o fiz chorar. Peço desculpas. A convivência com gente grande é prejudicial demais, por isso tento evitá-la ao máximo. Mas há momentos em que é inevitável, e acabo influenciado pelo comportamento sujo dos adultos. Perdão, meu menino.
Vamos prosseguir nosso caminho juntos. Continuarei falando com você da mesma forma que você falava com o Buduque, seu amigo imaginário. Espero que você também continue falando comigo.
Feliz aniversário atrasado, moleque.

Minha viagem a Curitiba foi ótima, vocês já sabem. Mas mesmo lá experimentei uma frustração: No sábado, dia em que iríamos ao karaokê, tanto a Fer quanto sua irmã Anne me garantiram que cantariam comigo o grande sucesso Não se vá, da dupla Jane & Erondi. Pois sim! Chegou a noite e a Anne sequer foi. Cantamos We Are The World, eu e Polzonoff fizemos aquele papelão de cantar Dancing Queen, Paula Foschia cantou O Amor E O Poder, e nada de Não se vá.
Carreguei essa frustração até hoje. Então achei que já era demais, e resolvi arrumar alguém para cantar tão bela canção comigo. Com vocês, o videoclipe da década:

MARCO AURÉLIO & LOBATO – NÃO SE VÁ

(~2,6 Mb – botão direito/salvar como)
Ah, não se iludam: O vídeo está looooooooonge de ter a qualidade da foto. Mas confiem em mim, vale a pena. É uma belezura.

Entrevista

Vocês sabem que eu faço de tudo para ajudar os amigos, né? Não sabem? Pois faço. O Polzonoff, por exemplo: Pediu demissão do jornal, anda batalhando uns caraminguás no McDonald’s, uma vida difícil. Então resolvi encomendar uma entrevista a ele, pela qual paguei uma fábula. Leiam lá n’O Polzonoff. Tem outras coisas lá também, se vocês quiserem. Mas o bom mesmo é a entrevista.

(Crédito: A piada das horas pares dos dias ímpares é do meu amigo Tonon)

O que é, o que é:

— Tem fotos toscas tiradas com uma webcam vagabunda
— É feio pra caralho
— É chupinhado de um site americano na maior cara-de-pau
— Tinha morrido mas agora está de volta?

Adivinharam? Não? ORAS! Rafael Capanema anuncia a vocês:

EMOTIONRÉLIO PARA TODOS!

De volta em novo endereço: http://emotionrelio.no.sapo.pt
Mandem seus pedidos de caretas para emotionrelio@jesusmechicoteia.com.br

Obrigado, mestre.