Olha só, uma fã! Eu tenho aqui a foto em que ela mostra o rosto, mas não obtive permissão para publicá-la.
Vejam no monitor o que ela estava lendo. Uma bela fã… Minha querida, se quiser vir aqui pra gente discutir assuntos nobres, falar sobre a Bíblia e essas coisas, sinta-se à vontade, viu?
Mês: agosto 2002
"Vaidade das vaidades, tudo é vaidade." (Eclesiastes 1:2)
O cara me mandou fansign e tal, já falei dele. Mas acho que ele merece um link. Primeiro, pelo nome do blog, Vanitas vanitatum et omnia vanitas, que remete à Bíblia, meu assunto predileto. Segundo, porque o blog é bom pra caralho mesmo, embora tenha um post por mês. E finalmente porque ele tem acesso a certas benfeitorias nas quais tenho muito interesse. Sendo assim, Jaime, seja bem-vindo ao grupo dos Profetas.
Campanha
Enriqueça minha amiga.
Obrigado.
Alzheimer
É impressão minha ou eu me esqueci de postar este fansign legal pra caralho que recebi do Roberto de Almeida?
Aê, cara, foi mal. Esse meu cabeção anda imprestável ultimamente.
Eu quero ir, minha genteeu não sou daqui,eu não tenho nada.
ARGH!
Tia Rita
Ok, acho que o autógrafo da Rita Cadillac merece uma explicação. O que nos leva a mais uma da série
HISTORINHAS INTERMINÁVEIS
DO MARCO AURÉLIO
Foi em 1999. Começo de 2000, talvez. Eu trabalhava no Largo do Arouche e às vezes ia almoçar no La Farina, excelente restaurante italiano, a não ser pela localização: No miolo da boca do lixo, Quase esquina da Aurora com a Sâo João. Passando em frente a um dos maiores e mais sujos puteiros (As deusas do sexo proporcionam a você horas de prazer, fantasia e libido, é mais ou menos o lema da casa escrito na fachada), vi um cartaz anunciando o próximo show. Quem senão a musa do Carandiru, Rita Cadillac. Voltando do almoço, liguei para os amigos e, para minha surpresa, todos se empolgaram com a possibilidade de assistir a Rita ao vivo.
No dia marcado, lá fomos nós: Eu, Risadinha, Zezinho e os dois Loxas. Quando o Zezinho viu a cara do lugar, quase deu meia-volta. Bocada mesmo, decadência total. Mas acabamos entrando, e ele até que ficou à vontade, comeu até umas frutas da Festa do Havaí que estava rolando na recepção. Lá dentro ouvíamos o grande hit de então, “Uh, Tiazinha” e nos empolgamos. “Bora, bora, vamo entrá que o bicho tá pegando lá dentro”.
Meu deus. Visão apocalítica: Uma mulher muito gorda, de lingerie preta, cinta-liga, chicotinho e máscara. Não tinha celulite, tinha fendas geológicas na bunda. O palco tinha uma daquelas barras verticais, que todo mundo já viu em filme: Uma barra cilíndrica de metal, usada para incrementar a performance da moça. Pois bem, cada vez que a gorda vinha e rodopiava na barra, o negócio rangia, o palco tremia, e dava a impressão de que tudo podia desmoronar a qualquer momento. Para não ficar traumatizado com a cena daquela bunda gigantesca sacolejando, olhei para o fundo do palco, onde havia uma tela branca. E na tela uma barata do tamanho da minha mão. Odeio baratas.
— Caralho, Zé. Tem uma barata ali.
— Onde?
— No fundo do palco, na tela.
— É uma mancha, Marco Aurélio.
— É uma barata, porra.
— Que barata! Onde já se viu barata desse tamanho? É uma mancha, olha lá, uma man… Ai caralho, a mancha tá andando! VOOU!
Nojento. E tudo era tosco: Os shows, as dançarinas, as meninas que circulavam pela platéia. Uma das máquinas de gelo seco quebrou, e o cara subiu ao palco para consertar no meio da apresentação de uma loirinha magra com pele de papiro. Uma outra menina subiu ao palco, respirou fundo e a música começou.
— Não é essa música — Ela gritou para o DJ. — É a número 6.
O cara trocou de música.
— Não! Não é essa, porra! A SEIS! SEIS!
Bom, o cara trocou de música várias vezes, nenhuma era a certa, e a menina saiu do palco chorando sem ter feito sua apresentação. Outra moça veio dançar na platéia e ficou rebolando no colo de um assustado Risadinha. Tá, essa parte foi divertida. Assim como as pulgas que os Loxas pegaram porque não quiseram ficar sentados com a gente porque tinham nojo das cadeiras. Se foderam.
Mas todos os percalços valeram a pena para ver Rita Cadillac subir ao palco. O público — pedreiros, motoboys, office-boys, cobradores de ônibus e cinco profissionais de informática — delirou. Ela jogou beijos, chamou todo mundo de amor, aquelas coisas. O DJ colocou a música para ela dublar e dançar. “É bom para o moral”, um clássico de Rita Cadillac. E era em vinil riscado o negócio, uma chiadeira filha da puta. Não importa, o negócio era assistir aquele rebolado clássico. Que beleza! Eu, palhaço que sou, tinha levado a Sexy em que Rita havia saído no mês anterior e mais um pôster gigante, também da Sexy, para o qual ela havia posado anos antes. Vendo aquilo, ela percebeu que se tratava de um fã. Para sorte minha, não me chamou ao palco nenhuma vez. Embora tirar a calcinha da Rita Cadillac com a boca fosse enriquecer meu currículo, sou muito tímido para essas coisas. Porém, quando ela veio descendo do palco olhando e apontando pra mim, já sabia o que me esperava: Parou na minha frente, virou de costas e empinou aquela bunda enorme. Não tive dúvidas, conheço o ritual: Tasquei um beijo. Olhei pra trás e o Loxinha estava gritando “NÃO ACREDITO! NÃO ACREDITO! MUITO FODA!”. No fim das contas o teatro inteiro beijou aquela bunda, que deve ter ficado toda melecada. Mas eu fui o primeiro.
Bom, depois do show, fomos ao camarim. “Camarim” é modo de dizer: parecia um banheiro de rodoviária, mas sem privada nem pia, claro. Já vestida, Rita Cadillac é uma tiazona daquelas bem gente boa, então fiquei com um pouco de vergonha de abrir a revista e pedir para aquela senhora autografar a própria bunda. Mas, que diabo, já tinha chegado até lá. Então pedi um autógrafo para mim na revista e outro para o Loxinha no pôster, já que o moleque tinha se divertido tanto.
Voltamos para a platéia, porque começou a rolar um show de sexo explícito, aquelas acrobacias todas. Depois de um tempo o negócio foi ficando chato, então resolvemos ir embora.
Ah, claro: Precisamos arrastar o Zezinho, ou ele estaria lá até hoje.
Fansign
Este eu recebi do Diego Sapia Maia, dono do Caipira é a Mãe!
Valeu, cara. Pura bondade sua, quem me dera escrever tão bem assim.
Que beleza!

Ciro Gomes quer mesmo mudar o Brasil…
Pessoal de TI fuma mais maconha, diz BBC
SÃO PAULO – Um estudo realizado no final de julho no Reino Unido mostrou que há mais profissionais de tecnologia e do setor de telecomunicações que já experimentaram maconha do que em outras carreiras.
Segundo a BBC, das mil pessoas entrevistadas pela TongueWag, uma empresa que cria softwares para a distribuição de conteúdo na web, 72% admitiram usar ou já ter experimentado a droga. Dessas, 48% pertenciam ao mercado de TI – os números divulgados pelo estudo indicam que quase 92% destes profissionais afirmaram já ter fumado maconha pelo menos uma vez na vida.
“É claro que os usuários de cannabis trabalham nas mais diversas profissões, mas esta elevada proporção de usuários no setor (de TI) é muito mais alta do que suspeitávamos”, declarou o diretor da TongueWag, James Malach, à BBC.
Atrás dos tecnólogos em consumo de maconha aparecem as pessoas que trabalham no mercado financeiro, onde 79% dos entrevistados responderam fazer ou ter feito uso da droga. Entre os profissionais dos mercados de lazer e de turismo, o índice de usuários – ou de pessoas que já experimentaram – foi de 61,5%.
No entanto, diz a matéria, a despeito de ter experimentado mais maconha que outros profissionais, o pessoal de TI não é, segundo a pesquisa, o que consome a droga com maior assiduidade: 22% dos professores entrevistados revelaram fumar todos os dias. O recorde ficou com eles.
A TongueWag afirma que entrevistou 1 000 pessoas entre 18 e 35 anos de diversas regiões do Reino Unido.
