A Unifesp começou a selecionar voluntários para um estudo sobre ansiedade. Na nota divulgada à imprensa, há um número de telefone. Quando você liga, é atendido por uma gravação da Telefônica, dizendo que o número está temporariamente fora de operação.

PORRA!

Terceiro dia de aula, percebo que a faculdade não é tão ruim assim. Há uma praça de alimentação decente, e as pessoas até que são agradáveis. Prevejo que vai me acontecer o de sempre: eu tento abraçar a misantropia com todas as minhas forças, mas acabo socializando. Oh, vida bipolar…
Mas e a festa, hein?

Agora é que eu sumo de vez deste blog: comecei a freqüentar as aulas da Unidez. Noto um ar levemente bovino em meus colegas, mas deve ser só aquela minha má vontade de sempre com o ensino superior. Seja como for, agüentem as pontas. Se eu conseguir passar o primeiro semestre assistindo a poucas aulas (acho que consigo eliminar umas coisas por lá) eu reapareço.
Enquanto isso, ainda precisamos decidir o lugar da festa. Eu queria fazer no Central das Artes, mas os caras estão lotados até abril. Bom, talvez eu faça a festa em abril. O que vocês acham?

Fui honrado com um convite da Tatiana Dias para participar da série Autopublicação na prática do projeto Trama Universitário. Minha participação está aqui. Trecho:

Você acha que o ambiente universitário ajuda a formar o espírito crítico? Como foi com você?
Eu acho que atrapalha muito. Faculdade é um encolhedor de cérebros, um nivelador por baixo. Nas duas faculdades que tentei fazer me senti emburrecer. Vou para uma terceira agora, mas com o firme propósito de ficar calado até o final, pagando em dia para pegar meu diploma logo. Pelo menos garanto o direito a cela especial.

  • Fui me matricular na faculdade hoje. Passei no processo seletivo para o curso de jornalismo da Uninove — feito comparável a ganhar de Stephen Hawking nos 100 metros com barreiras. Não sei que classificação eu obtive, mas meu cunhado já avisou que me proíbe de continuar o namoro com sua irmã caso não tenha ficado entre os dez primeiros. Por via das dúvidas, achei melhor não pagar para ver.
  • Estava agora mesmo vendo o Lula no Roda Viva. Se é verdade que esse negócio de ser presidente da República envelhece, também é verdade que traz habilidades insuspeitadas. Viram como o barbudo consegue mexer aquelas orelhas pontudas? Antes ele não fazia isso. Parece o Yoda!
  • Capítulo novo, né? Pois é…