Eu e a musa conversando no MSN Messenger:
Ca says:
bah
Marco Aurélio says:
grunf
Ca says:
humpf
Marco Aurélio says:
pfffff
Ca says:
afff
Mês: fevereiro 2003
Recadinho
Se você entrou aqui procurando por “fotos da mulher esquartejada” no Google, faça o favor de fechar esta janela e NUNCA MAIS VOLTAR. Obrigado.
Tem gente querendo me ver chorar
E conseguindo. Vejam esta homenagem que a Marcia me fez. Muito obrigado, menina. Eu não mereço nem uma fração do que você escreveu, mas fiquei muito feliz. Obrigado.
Preparativos
Bom, então vamos ver a quantas anda a festa:
– Etiquetas adesivas e pincel atômico. Não gosto muito da idéia de rotular as pessoas, e menos ainda se isso for literal. Mas acho que vai ser a melhor forma de todo mundo se conhecer rapidamente: Etiqueta no peito, com o nome do blog ou da pessoa. A Ale disse que vai me ajudar com isso, porque ela é um anjo.
– Decoração. Não pensei em nada nesse sentido, mas tem uma La-Le-Li-Lo-Loira Decoradora ansiosa para exercitar seus talentos.
– Livro de visitas. Preciso comprar um caderno estiloso pros convidados assinarem.
– Adesivos. Não posso esquecer.
– Exercícios buco-maxilares. Porque eu pretendo beijar minhas leitoras na boca. Elas merecem. Coitadas.
– Talco nas bolas. Porque meus leitores merecem lambê-las.
Faltou alguma coisa?
UM ANO DE CHIBATADAS NO LOMBO
Então é isso. Há exatamente um ano (sim, estou considerando também o horário, 10h24min) começava isto aqui. Era pra ter durado no máximo um mês. Minha intenção inicial era só satisfazer a vontade insana que a Bárbara tinha de ter um ex-namorado blogueiro. Eu nem sabia direito o que era um blog, e não tinha idéia do que escrever. Meu primeiro post foi de apresentação, o segundo foi para dizer que esse negócio de blog era muito esquisito e suspeito. Mas nesse segundo post, a menção à cidade bíblica de Gomorra me deu uma idéia. Naquela mesma noite, escrevi uma versão curtíssima e bastante peculiar da Criação.
Não era pra ser nada. Ainda não pretendia levar esse negócio de blog muito longe. Mesmo assim, continuei escrevendo. Os primeiros capítulos foram escritos assim, de um jeito solto e descompromissado. Mas quando chegou a hora de falar de Noé e sua arca, eu precisava de informações para tornar o capítulo interessante. Então fiz o que eu, então recém-ateu, pensei que jamais faria novamente na vida: Abri uma bíblia. E o resto vocês já sabem: Um ano, Gênesis e Êxodo prontos, nove capítulos faltando para terminar o Levítico.
Já no começo eu intercalava os capítulos bíblicos com posts variados. Mas achava que o blog tinha que manter uma identidade, então apagava esses posts. Pura bobagem. Depois de um tempo desisti disso, mesmo porque não dava pra escrever um capítulo novo por dia. Então o Chicoteia passou a ter a cara que conserva até hoje: Um caos entremeado de sátira bíblica.
Não sei bem o que pensar deste blog. No começo só os amigos liam, hoje tem umas 1500 visitas por dia, mas isso não significa tanto assim. O que me faz ter muito carinho por ele é que graças ao Jesus, me chicoteia! eu conheci muitas pessoas legais, fiz bons amigos e, não vou negar, peguei algumas mulheres. E tem uma outra coisa: Aqui eu readquiri meu gosto pela escrita, que andava adormecido havia anos e voltou com força total, aqui, no Chicote Verbal e no Balde de Gelo, concepção da melhor amiga do mundo, minha Loira.
Bom, é isso. Obrigado a todos. A aventura continua.
Ansiedade pré-festa
Não podia dar certo, né? Claro que não. Em cima da hora um monte de gente resolveu que não vai mais à festa. E todos dizem a mesma coisa: “Eu não vou, mas vai o moskito, vai o Pedro! Vai ser legal!”. Tô até vendo como vai ser essa festa: Eu, o moskito e o Pedro sentados numa mesa no meio do salão vazio, olhando um pra cara do outro.
Que maravilha.
Bah, mané capítulo novo.
Era pra ter o Levítico 19 aqui neste espaço. Mas nem vai rolar. Foda-se.
Japoneses invisíveis
Essa é pra quem, como eu, achou absurdo o carro invisível do último filme do James Bond (aliás, puta filmeco ruim sem-vergonha): Cientistas japoneses estão desenvolvendo uma nova tecnologia de camuflagem óptica que cria uma ilusão de invisibilidade. E usando o mesmo princípio explicado pelo John Cleese (ex-Monty Python e motivo pelo qual eu fui ao cinema ver o filme) ao 007. Mais detalhes aqui. (Dica do Pedro)
Mais banners
Eles não param de chegar. O primeiro me foi enviado pelo Drex, representando meus queridíssimos amigos do Neurônio Descontrol:

E o outro veio do Mestre Kai, leitor das antigas que infelizmente não vai poder vir:

O cachorro-quente com purê
Este post não é pra retomar a polêmica, ok? É que um monte de gente de todas as regiões do Brasil tem me mandado emails demonstrando estranhamento com a presença do purê de batatas no cachorro-quente. Proponho-me apenas a explicar o papel desse ingrediente. Vamos lá.
Quando eu era moleque, o cachorro-quente era um negócio simples. Acho que em todo lugar era igual: pão, salsicha, mostarda e (argh!) ketchup. Um ou outro vendedor mais visionário acrescentava maionese. E com o tempo outros ingredientes foram sendo acrescentados à receita: ervilhas, milho verde, batata palha, queijo ralado, catupiry, cheddar, o diabo a quatro.
Com tantos ingredientes, começou a acontecer o inevitável: Você ia comer um cachorro-quente e caía tudo. Pagava por um e comia meio, a outra metade ia pro chão.
Pois muito bem. Todo mundo sabe que São Paulo é uma cidade de concreto. Pra todo lugar que você olha vê prédios, viadutos, túneis. Influenciada pela paisagem, a população acabou desenvolvendo um tipo de raciocínio sempre baseado em estruturas de engenharia. O cachorro-quente era uma estrutura falha. Então alguém percebeu o que faltava a ele: Cimento. Era preciso cimentar o cachorro-quente. Mas como cimento deve ser um puta troço indigesto, optou-se pelo purê de batatas. Não tem gosto de nada, mas é uma maçaroca perfeita para manter o equilíbrio estrutural do cachorro-quente. Hoje em dia, aqui em São Paulo, você pode comer um cachorro-quente sem derrubar NADA no chão. Mais um triunfo da engenharia.
(Sei não, acho que foi idéia do Maluf…)
