É cada uma. Tem esse cara aí. Thiago Xavier. O cara pede link, copia um post meu quase ao pé da letra, é pretensioso ao se dizer escolhido pela pobre da musa, e ainda acha que tem o direito de vir reclamar da forma como trato meus leitores. Aí, cara, eu trato VOCÊ assim porque é merecedor. Os outros são quase sempre muito bem tratados. E você foi banido dos comentários, porque já me deu no saco.
Mês: dezembro 2002
Repetitivo?
Eu já disse aqui que Para Um Amor No Recife, do Paulinho da Viola, é muito foda? Estou com medo dessa música tirar o lugar de Chega de Saudade na minha vida.
Acho que agora foi
Tá aparecendo direito no Netscape esta porra. Só que para isso, a borda aí da direita some no Explorer. Alguém aí tem alguma idéia do porquê?
Aviso aos leitores
Meu ICQ está ali do lado. Sempre esteve. Sintam-se à vontade para falarem comigo. Mas por favor, não perguntem do meu trabalho. Não gosto nada desse assunto.
Amizades bloguísticas
Momento “diarinho do viadinho”. Ontem fui ao Empanadas, na Vila Madalena, encontrar o pessoal do Neurônio Descontrol. Puta que pariu, que povo gente boa! A única merda é que ficavam me chamando de celebridade e me sacaneando, mas tudo bem. Valeu a pena mesmo assim. Conheci a Lilla, que já fazia tempo que eu precisava conhecer. A maninha, que além de gente finíssima é uma DELÍCIA. A Marcela que, muito polida, riu de todas as minhas piadas velhas para não me deixar sem graça. O Drex, que é a cara do Gugu. E a Camila. Ah, a Camila… Ah, Camila… Ai ai… Hã? Onde é que estava? Ah, tá. A Camila… Não, não. Continuando. Então. Foi muito legal, pena que eu tive que sair cedo. Mas tudo bem, porque saí para ir ao Bar Brahma, onde já me esperavam meu irmãozinho Tatoo, mais o Lelê e o Jaime. Depois chegaram o Rubens e a Alessandra, que fez uma demonstração de seus dotes de quiromante. Comigo, claro, porque eu mereço essas porras.
Acordei de ressaca hoje, cheguei aqui já eram 10h30. Mas valeu a pena. Muito. Ainda mais porque eu, meu irmão e o Lelê voltamos pra casa brincando de “Apresento meu amigo”.
Conseqüência inesperada
Depois que o Daniel escreveu que comeria pamonha todo dia se pudesse, o que tem de bicha tresloucada correndo pelas ruas do Itaim Paulista gritando “Pamoooooonha! Pamonha de Piiiiiiiracicaba! Pamooooooooonha pro Dani!” não é brincadeira.
Campanha
Ôpa, chegaram as primeiras manifestações de apoio à campanha pela volta do Contosim. O primeiro a mandar sua contribuição foi o Plancton, único cara nesse mundo que trabalha menos que eu:

O segundo foi o… Caralho, outro que trabalha beeeeeeem menos que eu: Hélio Chiaradia. Na foto abaixo, Zezinho, eu e a Gabi, aquela que me deu o móbile.

Grande filho-da-puta esse Helio. Mas tudo bem, o negócio aqui é trazer de volta o blog do Zé. Se você não conhece, entre lá, leia os arquivos, veja que legal que é. E colabore com a campanha.
Ah!
A Bárbara tem um reparo a fazer na minha história do pão molhado: Foi ela quem se ofereceu para sair e me deixar sozinho com aquela maluca assassina, e não eu que pedi pra ela dar uma volta. Obrigado, Bárbara…
Sacrifícios por diversos pecados
(Levítico 4)
— Bom, Moisés, vamos em frente com esse negócio.
— Sa-sacrifícios ainda, Ja-Javé?
— Ainda. Até eu tô de saco cheio disso. E olha que eu gosto de sangue. Mas vou fazer o quê? Preciso te passar as leis, então vamos logo para terminar depressa. Hum, deixa ver… Ah, se o Sumo Sacerdote, que hoje é o Arão, cometer um pecado, deverá oferecer um bezerro em sacrifício. O mesmo nhenhenhém de sempre: Traz o touro para a porta da tenda, bota a mão na cabeça, dá uma abaixadinha, bota a mão na cintura, mexe a bundinha, degola o bicho, borrifa um pouco do sangue nos cantos do altar e derrama o resto na base, tira a gordura do bicho, a melhor parte do fígado e os rins e queima tudo isso no altar e depois…
— Pe-peraí, t-tô a-anotando.
— Precisa anotar não, Moisés. É tudo igual. A diferença é que depois de fazer tudo isso ele vai pegar o couro do animal, a cabeça, as pernas, os miúdos e os intestinos, levar para fora do acampamento, até o lugar onde são jogadas as cinzas, e vai queimar isso tudo lá. Anotado?
— A-anotado.
— Pois muito bem. O sacrifício pelos pecados coletivos do povo será exatamente o mesmo. Se uma autoridade pecar, o ritual é quase o mesmo, com uma diferença: O animal será um bode.
— Po-porra, Ja-Javé!
— O quê?
— T-tá certo q-que o c-cara pe-pecou, mas d-daí a t-transformar o c-coitado num bo-bode!
— Ai meu saco… O animal oferecido em sacrifício será um bode, Moisés!
— Ah, a-agora e-entendi.
— Puta merda… Então, o cara vai trazer o bode e fazer toda aquela palhaçada. E se o pecador for um cara do povo, vai trazer uma cabra ou uma ovelha e fazer tudo do mesmo jeito. O importante é que vocês se lembrem sempre de oferecer sacrifícios quando fizerem algo de errado, assim eu me empanturro de carne sangrenta e gordurosa, tiro um cochilo, e quando acordar nem me lembro mais do pecado de vocês. Beleza?
— Be-beleza. M-mas co-como a ge-gente v-vai sa-saber se é p-pra oferecer sa-sacrifício ou n-não?
— Hum. Boa pergunta. Ah, vou te passar uma lista.
— Uma l-lista? M-muito g-grande?
— Enorme. Vai anotando aí.
— Sa-saco…
Ai meu caralho…
Tenho que escrever o quarto capítulo do Levítico. Sei disso. Mas, puta que pariu! Leiam, vejam como aquilo é CHATO!
