Vejam que foto legal, tirada no meu aniversário (Provavelmente pelo Tonon, meu fotógrafo oficial). O cara do meio sou eu, como vocês estão cansados de saber. À minha direita (esquerda de vocês), minha irmã, a Cris (Ou Titita-Titututu). Reparem que ela está muito discretamente olhando anúncios de apartamento, o que é um recadinho leve para o noivo dela, o Jairo (Coisa do Pântano), sentado a seu lado. Do meu lado esquerdo, meu irmão, o Beto (ou Tatoo), com a namorada Érica, que ainda não tem apelido, mas terá. Pronto, vocês agora conhecem a família do Chicote.
Obrigado, João

Hômi Araña
Assisti. Achei uma bosta.
Pedro Nunes, acabar com blog
Pedro Nunes, acabar com blog de cu é rola! Mantenha o Butequim, se tem amor à vida!
Oncinha meu cu!
Ah, o negócio agora é me chamar de oncinha, é? Pois eu vou botar um background aqui igual o do Meu Cu, Minhas Tetas, genial blog do Alison Gothz. Gostou, macaca?
Alerta aos homofóbicos: Nem entrem. Cês não vão gostar.
Descoberta do século!!!
Porra, meu cunhado é a coisa do pântano!!!
Judá e Tamar
Depois a gente vê o que acontece com o José no Egito. Por enquanto vamos contar uma história de Judá, irmão dele.
Um dia, visitando um amigo chamado Hira, na terra de Adulão, Judá conheceu a filha de um cananeu. O nome da moça era Sua, então Judá deve ter pensado “Minha? Beleza!” e levou pra casa. Sua deu a Judá três filhos: Er, Onan e Selá
— Sei lá?
— Porra, cê não vai parar com isso?
— Olha quem fala, depois da piadinha infame com a Sua.
— O blog é meu e eu sou infame quando quiser. Agora suma daqui!
Pois então. Quando Er atingiu a maioridade, Judá escolheu uma mulher para ele, de nome Tamar.
— Não vai fazer trocadilho com o nome dela?
— …
Mas deus não ia com a cara de Er. Não se sabe por quê. Ele devia usar bigodinho, ou deixar a unha do mindinho crescer, não sei. Só sei que deus não gostava do cara de jeito nenhum, tanto que um dia resolveu matar o danado.
De acordo com os costumes de então, toda viúva deveria ter como primeira opção casar-se com um irmão de seu marido. Os filhos provenientes dessa união seriam considerados filhos do finado, garantindo assim sua descendência, mesmo morto. Ora, Onan sabia disso, e não gostava nada da idéia. Então quando ia pra cama (ou sei lá onde, acho que não existiam camas na época) com Tamar, fazia tudo direitinho, mas usava a velha técnica de gozar fora para não dar filhos ao irmão morto.
[Arrá! Perceberam? Daí vem o termo onanismo, que nas origens, como podem ver, não tinha nada a ver com masturbação]
Deus não gostou dessa história e resolveu matar Onan também. Judá, vendo que deus estava a fim de deixá-lo sem filhos, ficou com medo de deixar Selá casar-se com Tamar. E saiu-se com essa desculpa:
— Tamar, o Selá é muito novo ainda. Faz o seguinte: volta para a casa do seu pai e fica de luto por lá até que meu filho atinja a maioridade.
Muito bem, Tamar voltou para a casa do pai e Judá não se preocupou em honrar o trato. Só que um dia, precisando supervisionar seus tosquiadores de ovelha em Timna, chamou o velho amigo Hira e foram para aquela cidade, onde a família de Tamar morava. É claro que ela ficou sabendo. Tratou logo de tirar o luto, colocar um véu e ir postar-se no caminho por onde Judá passaria, porque sabia que Selá já era maior de idade mas mesmo assim Judá não aparecera para cumprir o prometido.
Judá a viu de longe e pensou: “Mulher sozinha, de véu, parada no caminho… É puta!”, e foi falar com ela.
— Ooooooooi…
— Ooooooooi!
— Tudo bem com você?
— Tudo.
— Sabia que você é linda?
— Ah, muito obrigada. São seus olhos. Além do mais, você nem tá vendo minha cara.
— Hum… Bom, então vamos direto ao ponto. Tá a fim de dar uma?
— O que você me dá?
— Te mando um cabrito do meu rebanho.
— Bom. Mas como eu vou saber que você vai mandar mesmo o cabrito? Preciso que você deixe alguma coisa como garantia.
— O que você quer?
— Deixa aí o seu sinete com o cordão e o seu cajado
[Os homens andavam com um cilindro pendurado no pescoço, que tinha um símbolo gravado e era usado como carimbo]
— Tá bom.
Concluída a negociação, fizeram o que tinham que fazer, e Tamar ficou grávida do sogro. Depois que ele foi embora, ela voltou para a casa e enlutou-se novamente.
Chegando aonde estavam seus tosquiadores, Judá escolheu um cabrito dos melhores e pediu a Hira que levasse o animal para a prostituta de Timna. Hira foi para lá, mas não a encontrou, óbvio. Perguntou aqui e ali mas ninguém sabia de prostituta nenhuma. Judá achou estranho, mas como ela tinha ficado com seu sinete e seu cajado como garantia, deixou por isso mesmo. Afinal de contas, ele tentara entregar o cabrito, ela é que não aparecia.
Passados três meses, os fofoqueiros (essa raça sempre existiu) foram contar para Judá que sua nora, Tamar, tinha adulterado e estava grávida. Judá, bonzinho como sempre (não nos esqueçamos que foi dele a idéia de vender José), decidiu:
— Tragam ela para fora, para que seja queimada.
O povo, doidinho por uma execução, foi correndo arrancar Tamar de sua casa. Ela saiu com o sinete e o cajado nas mãos, dizendo que o dono daqueles objetos era o pai de seu filho. Judá reconheceu seu sinete e disse:
— Deixa pra lá, cambada. Ela foi pilantra, mas mais pilantra sou eu, que não a dei em casamento ao meu filho.
Tamar não foi queimada e teve gêmeos, que se chamaram Perez e Zerá.
Só pode…
Algo me diz que tem algum brasileiro sacana por trás disso…
(Descaradamente copiado dos arquivos do Sutil como um paquiderme)
Apelação
Fotos da Sandy pelada! Sexo anal! Sexo oral! Travestis! Mp3! Warez! Gamez! Serial! Crack do Windows XP!
Newsletter
Seguinte: Sempre que eu boto aqui um novo capítulo da história bíblica, tem uma galera que fica sabendo da atualização na mesma hora. Se você quer fazer parte desse seleto grupo, digite seu e-mail ali na “prece”, embaixo da minha linda foto, e clique no logo do “Yahoo Grupos” para assinar a newsletter do Jesus, me chicoteia!
