Eu queria contestar aqui um negócio que o Sergio Faria escreveu dia desses sobre a reforma da Praça do Patriarca. Mas os arquivos do Catarro Verde se suicidaram, então não tenho acesso ao post para ler direitinho o que ele escreveu e não falar merda. Aí resolvi perguntar pra ele, só que o e-mail dele morreu também. Caralho, Serjones, assim fica difícil.

O Gravataí Merengue, do excelente Imprensa Marrom, escreveu um post em que agradece a mim por ter citado seu blog, fazendo aumentar o número de visitas. Aceito o agradecimento, não sem um pouco de pudor. Se as pessoas fossem mais conscientes, sites como o Imprensa Marrom não precisariam ser citados por abortos cibernéticos como o Jesus, me chicoteia! para terem mais visitas. Enfim, vivemos num mundo todo errado.

O povo que fez o segundo grau comigo há de se lembrar da Andréa cantando isso o tempo todo na sala de aula, nos corredores, nos laboratórios, no pátio, na rua, na chuva, na fazenda. Ela fazia uma vozinha beeeeeeeem aguda e ficava irritando todo mundo com isso, cantando alto pra caralho. Eu nem lembrava mais disso. Mas agora recebi um fansign do Giovanni Alecrim e a música não me sai da cabeça.


Muito obrigado, meu caro teólogo. Mas você me paga por plantar esse alecrim na minha cabeça.