Toda a equipe do Jesus, me chicoteia! está em polvorosa: Nosso inimigo diz que vai sair do anonimato, e até já publicou um endereço de e-mail. Tá ficando bom esse negócio!
Categoria: Blog
Prêmio
O 66.666º visitante vai pro inferno.
ARGH!
Tá dando essa porra de erro aqui também! Eu quero morrer!
(EU ODEIO O BLOGGER!)
Decidi
Não vai ter esse negócio de apóstolos não. Enquanto eu estiver de férias, isto aqui fica às moscas. L’etat c’est moi. Ou qualquer coisa assim, sei lá, francês é língua de fresco.
Tá tudo errado
O Gravataí Merengue, do excelente Imprensa Marrom, escreveu um post em que agradece a mim por ter citado seu blog, fazendo aumentar o número de visitas. Aceito o agradecimento, não sem um pouco de pudor. Se as pessoas fossem mais conscientes, sites como o Imprensa Marrom não precisariam ser citados por abortos cibernéticos como o Jesus, me chicoteia! para terem mais visitas. Enfim, vivemos num mundo todo errado.
Aaalecrim, alecrim dourado, que nasceu no campo sem ser semeado
O povo que fez o segundo grau comigo há de se lembrar da Andréa cantando isso o tempo todo na sala de aula, nos corredores, nos laboratórios, no pátio, na rua, na chuva, na fazenda. Ela fazia uma vozinha beeeeeeeem aguda e ficava irritando todo mundo com isso, cantando alto pra caralho. Eu nem lembrava mais disso. Mas agora recebi um fansign do Giovanni Alecrim e a música não me sai da cabeça.

Muito obrigado, meu caro teólogo. Mas você me paga por plantar esse alecrim na minha cabeça.
A História do nome Jesus, me chicoteia!
Exclusivo! VixPita resolveu me contar a origem do nome Jesus, me chicoteia! (para quem não sabe, não é criação minha, ela que vivia falando isso e eu copiei): Estava ela viajando pelo interior de Minas Gerais com uma amiga. Essa amiga, por sua vez, tinha uma amiga médica numa cidadezinha perdida no cu de Minas (não confundir com o cu das minas), uma baixinha ruiva, desbocada e atéia. Uma das características da doutora era se utilizar de expressões religiosas, distorcendo-as para causar um efeito cômico. Dentre essas expressões, além de “Jesus, apague a luz, que eu não quero ver isso”, constava o nosso tão familiar “Jesus, me chicoteia!”.
Vejam só. Uma atéia que gostava de tirar sarro da religião falou isso, uma evangélica adotou, veio parar nos ouvidos de um ateu que gosta de tirar sarro de religião, e hoje é o nome disto aqui. É pra gente pensar, não? Não? Tá bom, então.
Epinião
Ah, agora que vi… Nos comentários de um post anterior lá dos blogs favoritos do No Mínimo, a minha querida Paula Foschia recomendou isto aqui. Ô, Paula, valeu!
No mínimo
A bicha
Cheguei, fui pegar meus e-mails, e deparei-me com uma mensagem cujo assunto era: “FUI EU! FUI EU! EU SOU UMA BICHA! UI!!!!!”. Pensei, “Quem será o desvairado autor de tal mensagem, entregando-se dessa maneira tão despudorada? Quem será essa bicha sem-vergonha?”. Fui ver o remetente e tive que ler três vezes para ter certeza. A gazela saltitante atende pelo nome de Pedro Nunes, embora eu ache que ande atendendo por outros nomes, inclusive pela porta dos fundos. E o intuito da mensagem era só dizer que a biba tinha sido o 60.000º visitante do Jesus, me chicoteia!, com prova e tudo:

Parabéns, Pedro. Mas procure se conter da próxima vez. Eu, hein…
