Cáspita! Já estou com 24 filhos no BlogTree! Melhor eu contratar logo um bom advogado…
Categoria: Amigos
Filhos pródigos
Dois Profetas de volta ao seu devido lugar: Utopia Dilucular e Vai trabalhar, vagabundo. O retorno de Pedro Nunes e Chico Barney foi um grande alívio para o mundo bloguista. Mas sei não, sei não… Os dois acabaram com os blogs ao mesmo tempo, depois voltaram ao mesmo tempo. Será que rolou uma lua-de-mel no intermezzo?
Se inveja matasse…
Qualquer dia desses eu amputo as duas mãos da Srta. Daniela Santos, pra ela nunca mais escrever coisas geniais feito esse último artigo para o Clube da Lulu. Aí ela vai ter que escrever com os pés. Dentre outras coisas.
— Mas e o Balde de Gelo???
SEI LÁ DO BALDE DE GELO! PERGUNTEM PRA ELA!
Mais um profeta
Aê, cambada, profeta novo na área: O Polzonoff, escrito por um rapaz deveras sensível e de agradável convívio.
Casais
Depois de um feriadão passado num sítio entre diversos casais (aquilo parecia a Arca de Noé), cheguei em casa e fui brincar com meu cachorro, outro solitário. Qual não foi minha surpresa ao gritar “ARAMIS!” e ver uma cocker spaniel vindo na minha direção e rosnando de ciúmes. Caraca, até o Aramis se deu bem na Semana Santa! Não era pecado, porra?
Mensagem aos ignorantes
Seguinte: Eu apenas REDIRECIONEI o JMC para o ¿de que jeito? no fim-de-semana. Fiz isso de sacanagem com o moskito. Não, o moskito não sou (é?) eu e eu não sou o moskito. Não, eu não escrevo no ¿de que jeito? nem o moskito escreve aqui (a não ser em ocasiões especiais).
O moskito não é o Thiago e o Thiago não é o moskito. O Thiago mora em Sorocaba, o inseto mora no Acre.
Espero que não seja difícil de entender.
A calcinha
Inaugurando (finalmente) a série Pessoas que eu gosto pra caralho
Risadinha
Passei um tempão adiando a inauguração desta série. Meus amigos são todos uns ciumentos, e eu ia ter que agüentar nego reclamando: “Por que começou com ele(a)?”. Mas hoje, depois de várias conversas agradáveis, percebi que começar com o Risadinha seria mais do que justo. Não, ele não é meu melhor amigo. Eu não tenho UM melhor amigo: Sâo todos igualmente bons. Amizade para mim é coisa séria. Eu começaria, portanto, pelos meus irmãos, que são as pessoas que eu mais amo no mundo. Mas já puxei demais o saco desses dois, então hoje é dia de Risadinha. Ou Leandro, como a mãe dele o apelida.
Em 1991 nos conhecemos, e foi ódio à primeira vista. Tanto eu quanto ele pensávamos que éramos muito diferentes, e que a única ligação entre nós seria uma aversão recíproca.
Quão enganados estávamos! Na verdade tudo o que tínhamos de semelhante era o que nos assustava, e não demorou muito para percebermos isso: No final daquele ano (cursávamos o primeiro ano do segundo grau), ouvi o Risadinha contar uma história engraçadíssima. Ele tinha deixado um Dadinho (aquele doce de amendoim em forma de cubo) na geladeira, e a avó, pensando que se tratava de caldo de carne, havia botado o dadinho no feijão. “Puta feijão horrível com gosto de paçoca!”, ele concluiu. Naquele momento percebi que estava diante de um irmão. E, como bons irmãos, fingíamos ódio porque admitir o quanto gostávamos um do outro era muito complicado.
A partir de então, todo aquele ódio transformou-se numa amizade sólida e duradoura. Hoje em dia, se eu chego sozinho a algum lugar, as pessoas logo estranham: “Ué, cadê o Risadinha?”. Porque eu sempre quero estar ao lado dele. Questão de status, sabe? É sempre bom andar com pessoas mais inteligentes que você, para parecer que você é inteligente também.
Nesses doze anos brigamos incontáveis vezes. Mas sempre voltamos à velha amizade de sempre. Porque somos irmãos, oras.
Ao contrário do que possam pensar, nunca nos entregamos a arrebatamentos de amizade. Primeiro porque somos ambos machos pra caralho, e esse negócio de sentimentalismo não pega bem. E depois porque não precisamos disso. Eu sei tudo o que ele pensa e sente, e vice-versa. Não há necessidade de explicação nem de reafirmação de amizade nem de qualquer outra coisa. Porque somos irmãos, caralho.
Such a perfect day
Hoje a Bárbara faz 25 anos. VINTE E CINCO ANOS! Está velha, tadinha. Mas nem parece: desde quando a conheci ela tem a mesma cara, e pelas fotos acho que ela não mudou nada desde que nasceu. Ainda pedem identidade para ela nos bares. Sei não, acho que há um retrato envelhecendo dentro de algum armário na casa dela. Namoramos por pouco mais de três anos. Enquanto eu engordava, enfeiava e encarecava, ela continuava exatamente a mesma. E continua até hoje. Constrangida por isso, às vezes muda o cabelo, e é só.
Há quem pense que ela se resume a isso. Quem a conhece sabe que não; quem não a conhece pode tentar entender lendo sua auto-análise:
E é verdade. Pois quem a vê com aquela cara de menina nem desconfia da mulher que ela é. Inteligente e culta ao extremo, engraçada, bom caráter, corajosa pra caralho. Resiste a tudo, até a um namoro de tanto tempo com um caso perdido feito eu. Uma mulher admirável, enfim.
Bárbara, feliz aniversário para você. E para o seu nariz também.
(Pronto, mulé. Não teve cartão mas teve post, então não me torre. E não esquece de pegar seu urso lá na Funhouse…)
Neologismo
Alguém aí me explica o que é uma forma marcaureliense de se contar histórias?
