Parece que na próxima terça-feira Alessandra, Henrique e este que vos fala estaremos no programa da Adriane Galisteu falando sobre blogs. Não, eu não conheci a Galisteu, foi uma matéria gravada fora do estúdio. Mas pelo menos conheci o Zé Luiz, que é um cara que eu gosto pra caralho há muito tempo.
A matéria ficou beeeeeeeeem meia-boca. Tínhamos gravado na quarta-feira com outra formação: Alessandra, Ritinha (ai, Ritinha…), Jaime e eu. Ficou foda, todo mundo muito espontâneo, perfeito. Aí Murphy resolveu atacar e deu pau na fita. Os caras não tinham tempo de gravar de novo então remarcamos pra sexta-feira. Só que na sexta o Jaime foi tentar assistir Matrix Reloaded (não conseguiu, bem feito), Dona Rita teve problemas de transporte, e acabamos indo só nós três. Só o Henrique estava à vontade. Eu e a Ale estávamos meio que travados, acho que porque já tínhamos gravado tudo aquilo uma vez, não dava pra ser espontâneo.
Ah, outra coisa: Falar do JMC na emissora do Edir Macedo, nem a pau! Tive que me contentar em falar do Emotionrélio, então não estranhem.
E assistam: terça-feira a partir das 22h30 na Record.

Tá bom, tá bom. Matrix Reloaded tem roteiro, é complexo, tem várias coisas pra você ficar pensando. Mas não é a mesma coisa. Você sai do cinema pensando em SITUAÇÕES, não num CONCEITO que te persegue desde a infância. Mas não se desesperem, vou até ver o filme de novo! Só acho que foi expectativa demais pra filme de menos.
E o filme é chato. Looooooooooooooongas cenas de ação. Bah.

<IRONIA BRABA>

Eu quero é ver filme iraniano dublado em russo com legenda em chinês! É A MINHA CARA!

</IRONIA BRABA>

Humpf.

Em tópicos, para homenagear a mãe do meu filho:

– A já famosa cena dos vários agentes Smith lutando contra o Neo me lembrou o jogo Brasil X Turquia nas semifinais da Copa de 2002, mais especificamente aquele lance em que o Denilson estava com a bola e vieram quatro jogadores turcos em formação de muralha contra ele. Só que sou mais o Denilson que o Neo.
– A cena da luta no caminhão é muito mal feita. Parece coisa do Chapolin. Estamos numa época em que os efeitos especiais podem criar cenas de impressionante realidade. Então se uma determinada cena não pode ser feita sem parecer real, é melhor que não seja feita.
– O Keanu Reeves pode ser bonito (como de fato é), mas sejamos sinceros: Atorzinho fraco da porra, não?
– Tem gente demais no filme, cenários demais. Star Wars total.
– O primeiro filme tinha uma história fechada em si, e mesmo assim todo mundo queria assistir à continuação. Acho que ao fazerem o Matrix Reloaded os próprios caras perceberam que o filme não teria nem de longe o mesmo carisma do segundo, por isso se utilizaram de artifícios desleais para obrigar todo mundo a assistir ao terceiro filme
– O Morpheus era um cara tão legal! Agora virou um babaca populista.
– As cenas de sexo não convencem. Aqueles irmãos Wachowski são dois punheteiros que nunca treparam na vida.

QUE MERDA!!!

Como é que eu vou explicar? Estava falando com a Camila a respeito e disse a ela: Quando eu vi o primeiro filme, saí do cinema pensando um monte de coisas, a cabeça a mil. “E se for verdade? Pode muito bem ser verdade. E se for? Como a gente vai saber?”. Você sai pensando no conceito do filme, na possibilidade de estarmos todos numa simulação, e isso é o que é mais foda no filme. No Reloaded parece que eles pensaram “Bom, todo mundo entendeu qualé a da Matrix, agora vamos sapecar efeitos especiais e largar dessa bobagem de roteiro”.
E então parece que o filme todo foi feito para testar os efeitos especiais que serão usados nos próximos anos em todos os filmes de ação, espionagem, terror, guerra, lutas marciais. E mais nada. Enquanto assistia ao filme, pensei num negócio mas achei que não tinha nada a ver. Aí cheguei em casa e li o comentário do Roger, dizendo exatamente o que eu pensei: O filme ficou parecendo Star Wars por causa da overdose de efeitos.
Há algumas cenas que dão o que pensar, mas mesmo assim não é a mesma coisa: Você não sai pensando no conceito do filme, mas algo do tipo “Peraí, o que foi mesmo que aquele cara disse? Puta merda, vou ter que assistir outra vez”. E desconfio que foi intencional: Com todo mundo assistindo ao filme pelo menos duas vezes, vai entrar dinheiro a dar com pau.
Decepcionante.

Caraca, o Jaime tem dons proféticos. Ou então tem acesso a informações privilegiadas. Ontem estávamos conversando e ele me perguntou:
— Quanto tempo faz que o Lelê matou o Eppur si muove?
— Sei lá. Dois meses, acho.
— Ah, então daqui a pouco ele volta.
E não é que ele voltou mesmo? Com um blog que… Como explicar? Vocês acharam esquisito o nome do nosso filho? Pois então dêem uma olhada no nome do novo blog do Lelê: PERGUNTE PARA A VACA! Isso mesmo! Vão lá encher o saco dele.

Um monte de gente veio me perguntar que porra era fronhoinhóin. Bão, esse negócio surgiu num quadro do Chico Anysio. O personagem era um detetive viado, que falava pro assistente dele (interpretado pelo Antonio Pedro) fazer fronhoinhóin e se derretia todo. Anos depois esse negócio tornou-se meio que uma piada interna entre o Lelê e eu (somos um casal sim, e daí?). Logo no começo do Emotionrélio ele tratou logo de me pedir pra fazer fronhoinhóin. Eu fiz e tal, mas os leitores novos não se lembram. Então fiz uma reprise lá para vocês finalmente saberem o que é fronhoinhóin.
Bom, mas esta merda toda é só pra dizer que o endereço do Emotionrélio no Sapo é muito complicado, então fiz um redirecionamento no cjb. A partir de agora, entrem em:

http://www.emotionrelio.cjb.net


Bah, ninguém consegue acessar a porra do cjb. Então continuem brincando no:

http://emotionrelio.no.sapo.pt

Ah, outra coisa: Não tem nada mais lindo nesse mundo do que Camilita fazendo fronhoinhóin