Olha só que legal:
A Giovanna que me mandou. Ela é fotógrafa e vai tirar umas fotos minhas para o ensaio sensual que será publicado aos poucos aqui durante minhas férias. Aguardem.
Olha só que legal:
A Giovanna que me mandou. Ela é fotógrafa e vai tirar umas fotos minhas para o ensaio sensual que será publicado aos poucos aqui durante minhas férias. Aguardem.
Sabe o que Rafael Capanema diria nessa ocasião? Ele diria:
EMOTIONRÉLIO PARA TODOSVão lá, tem uma porrada de caretas novas.
Ora, ora, quem diria…
O 66.666º visitante vai pro inferno.

Aí, Lelê! O Serra cheira flor na feira! UI!
Com tudo de volta ao normal, capítulo novo no Chicote Verbal. Merda, rimou.
Por falar nisso, estava pensando em mudar o nome do blog. Acho que Chicote Verbal não tem muito a ver. Estava pensando em algo como Música Para Ler. Sugestões? Deixo Chicote Verbal mesmo?
Tá dando essa porra de erro aqui também! Eu quero morrer!
(EU ODEIO O BLOGGER!)
O capítulo novo do Chicote Verbal tá prontinho, tudo beleza. Só que eu não consigo publicar aquela merda! Dá um tal de Error 104:java.lang.NullPointerException (server:page). Que porra é essa???
Agora que ando escrevendo com freqüência assustadora, e tenho um bom volume de textos para analisar, percebi que não sou tão desorganizado quanto pensava. Tenho meus métodos para escrever, métodos que variam de acordo com o que escrevo. As histórias bíblicas aqui do Jesus, me chicoteia! só saem se forem escritas diretamente na tela do Blogger. Sei que corro o risco de perder um texto gigantesco só esbarrando no ESC — já aconteceu inúmeras vezes — mas não adianta: Se eu tento escrever no Notepad ou no Word, não sai. Não me perguntem por quê.
Os meus capítulos do Balde de Gelo são escritos sempre de uma tacada só, no corpo do e-mail que envio para a Loira, que afinal de contas é quem manda no Balde. Começo o e-mail com algo como “Bom, Loira, vamos ver no que dá” e começo a escrever. Terminado o texto, clico em “Enviar” sem reler. Geralmente vai cheio de erros de ortografia e digitação, fora as contradições. Mas ela não deixa passar nada, então o capítulo só é publicado depois de lido algumas vezes por nós dois. Só que esse primeiro rascunho é feito assim, sem releituras.
Até a semana passada, não tinha um método para escrever o Chicote Verbal. Estava no ônibus, ouvindo música, quando começou a tocar Eu Não Sei Dançar, da Marina. Resolvi escrever alguma coisa a partir da música, continuando a história da escritora do bar. Não tinha bloco de anotações nem nada assim, então peguei meus cartões de visita e comecei a escrever no verso. Acho que deu uns dez cartões de visita. Passei o texto a limpo no intervalo do curso que estava fazendo. Depois disso, providenciei um bloquinho, canetas, e agora escrevo assim: A mão, no ônibus, ouvindo música no discman. Ontem foi ao som de Roberto Carlos, embora no final eu tenha mudado a música da epígrafe. O novo capítulo deve estar lá ainda esta manhã.
Puta que pariu, será que eu tenho distúrbios de personalidade?
Eu queria contestar aqui um negócio que o Sergio Faria escreveu dia desses sobre a reforma da Praça do Patriarca. Mas os arquivos do Catarro Verde se suicidaram, então não tenho acesso ao post para ler direitinho o que ele escreveu e não falar merda. Aí resolvi perguntar pra ele, só que o e-mail dele morreu também. Caralho, Serjones, assim fica difícil.