Ola, povo. Estou em Orlando, e este e o primeiro post internacional da historia do JMC. Eu ia contar varias historias, inclusive meu periplo de seis horas no aeroporto de Miami, mas este computador nao gosta de acentos. Entao eu conto depois de voltar ao Brasil, ou quando conseguir configurar acentuacao nesta pemba.

Comportem-se.

UPDATE: ÊÊÊÊÊÊ!

Ter um template novo no blog tem várias vantagens. A principal e mais notável é que eu ando escrevendo com uma freqüência que há tempos não se via. Parece até que estou com um blog novo. Outra vantagem é que me sinto compelido a experimentar novidades interessantes (no blog, seus podres), principalmente ali na barra lateral. A mais nova invenção é a seção “Profecias”, logo abaixo dos “Profetas”, que traz os dez posts mais recentes dos amigos da casa. Vejam, vejam!
(Aliás, semana especial de aniversário no Garotas que Dizem Ni: uma série de posts sob a égide “O pior blog do mundo“. Quando li, achei que fossem textos sobre o JMC, mas não é nada disso. Leiam. E parabéns às meninas, que mandam bem que só a pemba.)

Confissão: eu caí no post de 1° de Abril que elas aprontaram, mas achei melhor ficar bem quietinho para não passar recibo de trouxa.

Estou pensando em testar um negócio chamado HotWords. Pelo que eu entendi, funciona assim: o sistema dos caras varre o conteúdo do site em busca de palavras-chave. As palavras que forem de propriedade de um determinado anunciante aparecem em verde, com duplo sublinhado, e mostram um anúncio que leva à página do anunciante. Ou qualquer coisa assim.
Acontece que eu já tenho Submarino e AdSense aqui, sem contar a malandragem preparada para quem chega ao JMC pelo Google. Então pergunto: mais um sistema de anúncios seria o ápice da ganância? Vocês deixariam de ler o blog?

Aê, povo. Coloquei uma veadagem nova aí nos comentários, chamada Gravatars (Globally Recognized Avatars). É um sistema que permite associar seu endereço de e-mail a uma imagem (avatar). Assim, em todo canto que você botar esse e-mail (e tiver Gravatars habilitado, claro), a imagem aparece. Testem aí.

Os leitores antigos devem se lembrar do Exu do Winamp, entidade que teve grande fama no glorioso passado deste blog. O que vocês não sabem é que o próprio JMC é um oráculo…
Tá, é mentira. Eu só gostei muito desse plugin de post randômico e quero continuar brincando com eles. Mas vocês precisam brincar comigo, caralho. Prontos? Post randômico!
Comentem.
Tchau.

Eu sei exatamente o que estou devendo; cobranças não vão acelerar o processo. Ok?

Desanimado e frustrado por antecipação, o emissário do rei chega à praça principal do vilarejo para colher as últimas notícias vindas dos mais distantes pontos do reino. No caminho, vinha pensando no quanto Sua Majestade estava desatualizado. Antigamente era outra coisa: cinco ou seis arautos revezavam-se no coreto, liam suas proclamações, alguns menestréis arriscavam cantigas em troca de uns cobres, pequenos contrabandistas vendiam suas bugigangas. Isso até o dia em que algum imbecil declarou que o mundo vivia uma nova era, um tempo de informação para todos e participação geral, um mundo em que todos estavam conectados. A teoria era linda, mas a prática era o que se via na praça agora: uma zona.
Com a chegada do funcionário do palácio, fez-se silêncio na praça — alguma coisa dos velhos tempos havia de permanecer. O emissário suspirou, fechou os olhos e fez sua solicitação:
— Quero informações sobre guerra!
Mal terminou a frase, e fez-se a Babel na praça, com as vozes de mil arautos sobrepondo-se umas às outras:
— Selas, arreios, estribos? Casas Javier Guerra é de confiança!
— Não!
— Agora é guerra! Campeonato regional de gamão!
— Não!
— Fotos de Arminia Guerra nua!
— Er.. Fica aqui do lado, já falo com você.
— Você quis dizer garra?
— NÃO, CARALHO!
— “Já dura três dias a guerra nos Bálcãs. Boatos dão conta de que o rei de França teria interesses na guerra, já que sua esposa é da linhagem da casa montenegrina. O rei nega os rumores, e diz que a soberania francesa não será…”.
— Ah, agora sim! Leia o resto, arauto.
— Xi. Página não encontrada.
— Como?!
— Eu li isso em algum lugar, memorizei e tal, mas não tenho cópia. Quer ler a página em cache?
— Onde?!
— A página que eu memorizei…
— Vá lá.
— “Já dura três dias a guerra nos Bálcãs. Boatos dão conta de que o rei de França teria interesses na guerra, já que sua esposa é da linhagem da casa montenegrina. O rei nega os rumores, e diz que a soberania francesa não será…”.
— Não será o quê?
— Sei lá. Só guardei até aí.
— ARGH!
Exasperado, o emissário voltou para o palácio. Diria ao rei o de sempre: que tudo estava bem.