Acho que ainda tem muita gente achando que a simpatia é balela. Ora! Não é porque ela foi inventada por mim que vai ser de mentira. O que importa é a corrente de pensamento positivo. O beneficiário já começa a sentir os efeitos benéficos do ritual. Não podemos parar, portanto. A entrevista dele é na terça-feira, então vamos reforçar a mandinga. Por enquanto, aqui vai mais um lote de contribuições:


Para começar, Ana Cartola, minha marida. Reparem que ela amarrou três fios.
Se vocês puderem fazer o mesmo, agradeço.


Daniel Bastos, o baratófago.


Agnaldo.


Caio César, irmão do Agnaldo.


Juliana Panchiniak.


Beatriz Francisco.


Bobbie Salles, minha lé.


Samantha Martins.


Dos malucos do Gerador de Improbabilidade Infinita.


Do outro lado do mundo, Paulo Humemoto manda essa foto do incrível fio dental japonês.


Dmitry Rocha.


E para encerrar, André K, o rapaz de Ponta Grosa. RÂ.

Há quem invente histórias das mais absurdas apenas pelo prazer de causar pânico. Pessoas assim, de imaginação doentia, deviam ser afastadas do convívio social. É o caso do Sr. Branco Leone, que pintou para mim e para Marconi Leal a cena apocalíptica de uma nuvem de baratas. Segundo esse potoqueiro, de tempos em tempos as colônias de baratas efetuariam migrações em massa. Chegou até a inventar detalhes, dizendo que sua (dele) esposa havia testemunhado esse fenômeno duas vezes em poucos meses.
Mas Deus o Google é justo: procurei e não achei nenhuma nuvem de baratas. E, como todos sabemos, se não tem no Google, não existe. Resta lamentar o comportamento censurável de Branco Leone.

Continua o sucesso estrondoso da simpatia do fio dental. Vamos às últimas contribuições.


Para começar, o Beto, meu irmão caçula. Ele, que já dá sorte sozinho,
com a simpatia do fio dental é quase um cramulhão na garrafa


Ray Assaf, do belo blog Mulheres Intocáveis


Neil Carvalho


A Camila Manfré ainda reforçou a simpatia cruzando os dedos


Lari


Jot, o cearense mais popular da blogosfera


Carlos Filho


Ulisses Adirt


Marcus Vinicius Gomes


Ricardo Alves


Renata Ferreiro


Paula Ribeiro


E a meiga Silvinha

Faça você também a simpatia, aproveite para amarrar um fio dental extra (para mim) e mande!

A simpatia do fio dental é um sucesso! Confiram abaixo algumas das colaborações:


Para começar, a original, feita por mim


Daniela


Daerson amarrou o fio nas ondas de rádio entre o mouse e o computador


Darlana Godoi


Reparem que a Fer ainda sacrificou um pequeno animal para reforçar o feitiço


Cristiano, o minimalista

O que vocês estão esperando? Meu amigo precisa de trabalho. Mandem suas fotos da simpatia, todas serão publicadas.

O sujeito mais admirável e talentoso que eu conheço está desempregado. Sim, e não há surpresa nenhuma nisso: os imbecis e medíocres ficam com os bons cargos, os gênios precisam rebolar na vida. Esse camarada, por exemplo, anda rebolando pelas ruas de Copacabana, mas até agora não conseguiu um programinha sequer. Então resolvi fazer uma simpatia para ele conseguir emprego. Para que o feitiço tenha mais força, peço a vocês, leitores queridos, que também o façam. É muito simples:

  1. Corte um pedaço de fio dental, de uns quinze centímetros
  2. Amarre o fio dental no fio do seu mouse. Se você está num computador sem mouse ou com mouse sem fio, amarre em outro componente qualquer. Mas no mouse tem mais força.
  3. Quando meu amigo arrumar emprego, eu falo aqui e podemos encerrar a simpatia. Para isso, vamos tirar o fio dental e guardá-lo dentro de um livro.

A explicação: o fio dental representa a limpeza das frestas, a mudança profunda na vida. O fio do mouse representa a velocidade vertiginosa das informações no mundo moderno, que nos impede de identificar oportunidades. Quando a graça for alcançada, o fio dental vai para dentro de um livro, que representa o conhecimento e a sabedoria.
Ah, vá. Estou no trabalho. Não tinha muito material para improvisar uma simpatia assim, no pulo. Façam, tirem foto e me mandem. Prometo publicar todas as fotos que chegarem.

Passei minha primeira noite na casa nova. E lhes digo: essa história de casar, alugar apartamento e coisa e tal está me saindo uma história das mais improváveis. Primeiro porque encontramos o apartamento dos sonhos no primeiro dia de busca. Depois porque tudo foi convergindo: compramos uma mesa com cadeiras de uma peruana que vai voltar para seu país, uma pia no Mercado Livre e ganhamos um balcão da minha mãe. Só que quem entra na nossa cozinha pensa que foi tudo planejado, porque todos os móveis combinam. A mãe de Daniela nos deu uma escrivaninha gigantesca e ainda compramos dela um canto alemão a um preço ridículo. Juntando a isso todos os presentes de ambas as famílias, temos a casa montada com despesa quase zero.
Acabo de descobrir que Janaína morava no meu apartamento na época em que nos conhecemos, doze anos atrás. Eu chamava a Jana de anjo na época, de tanto que ela me ajudava, tadinha. E agora eu me sinto como se ela tivesse alguma coisa a ver com essa convergência toda. Sei não…