Há quem invente histórias das mais absurdas apenas pelo prazer de causar pânico. Pessoas assim, de imaginação doentia, deviam ser afastadas do convívio social. É o caso do Sr. Branco Leone, que pintou para mim e para Marconi Leal a cena apocalíptica de uma nuvem de baratas. Segundo esse potoqueiro, de tempos em tempos as colônias de baratas efetuariam migrações em massa. Chegou até a inventar detalhes, dizendo que sua (dele) esposa havia testemunhado esse fenômeno duas vezes em poucos meses.
Mas Deus o Google é justo: procurei e não achei nenhuma nuvem de baratas. E, como todos sabemos, se não tem no Google, não existe. Resta lamentar o comportamento censurável de Branco Leone.