Rio de Janeiro, Brasília, Carazinho, Vitória, e agora Curitiba: Cidades que eu odeio por manterem amigos queridos longe de mim.
Mês: maio 2003
Olhos
Alguém aí me faz o favor de explicar o que são aqueles olhos das mulheres de Curitiba? Não falo só da cor, embora muitas delas ostentem belíssimos olhos de um azul profundo. E, como diz a Camila, pra mulher de olhos claros não tem nada mais clichê do que ter os olhos elogiados. Nós homens não temos a mínima originalidade mesmo…
Mas voltemos aos olhos das curitibanas: Que brilho é aquele? Vocês precisavam conhecer Aline Polzonoff, nunca vi olhos tão expressivos. E a Fer? MEU DEUS!
Sou fascinado por olhos. Vou-me embora para Curitiba.
Recado
Pelezinho, tá na rua. Nem precisa aparecer segunda-feira.
Obrigado pelos serviços prestados.
Desejo-lhe sorte em seus novos desafios.
Rá.
E cá estou eu
Isso aê, meu povo. Estou em Curitiba. E é claro que, como bom paulista, já encontrei um cyber café dentro de um shopping center. Têm sido dias agradáveis desde quinta-feira. Encontrei o Polzonoff, meu amigo de infância, com sua linda namorada. Conheci a Aline, irmã do Polzonoff, que odeia o JMC e vai fazer um blog em breve. Conheci o Alessandro, gente boníssima, e sua namorada viciada em Amanditas, cujo nome me escapa. Chamemo-la Amandita ALICIA. Encontrei o Sr. Elvis Presley, que está vivo e é de Ponta Grossa (sem piadinhas, por favor, já deu), mais a Anne, que ao ligar o ventilador deixou todos os homens do bar boquiabertos.
E a Fer, que estou esperando agora pra ela pagar a conta da C&A. Não sei o que ela comprou lá, mas com certeza não foram calcinhas. Porque ela não usa. Mas eu gosto dela mesmo assim. Oras, eu gosto dela justamente por isso.
Bom, momento diarinho encerrado. Domingo eu volto para mandar todo mundo se foder de novo.
Reclames
Não sei se já comentei isso: Por que conversamos durante os comerciais de um programa mas é só passar um comercial “mudo” ficamos em silêncio?
Show
Então. Ontem eu fui ao show do Zé Ramalho, no Sesc Itaquera. MUITO FODA. A banda que abriu o show era de BH: a BerinBrown. Era legal. Tinham uma boa presença de palco e o carinha que estava na percussão era o Derrick do Sepultura. E eu decorei o refrão do sucesso deles, ó:
EI – – o
Black Brother – – /o/
Levante e lute – – |o|
Na Mo-ral – – _o_
E trabalhar hoje é o cu do mundo.
