E por falar em karaokê, quando já estávamos para sair um ser abençoado resolveu cantar One, do U2. Resolvemos que tentaríamos ficar com essa música na cabeça em vez de qualquer uma das outras. Claro que não deu certo, e passamos o domingo cantando Ragatanga. Para exorcizar essa porra, resolvi eu mesmo gravar One.
— NÃAAAAAAAAAO!
Sim, sim. Foi necessário. E agora é necessário que vocês ouçam esta gravação nojenta, com minha voz fanhosa, violão meio desafinado, baixo mal tocado e aquele inglês que todos já conhecem.

MARCO AURÉLIO – ONE

Estávamos no karaokê sábado, reclamando do cara que resolveu cantar uma música do Capital Inicial. Eu ODEIO Capital Inicial. Então estávamos lá, e chegou aquela parte que ele diz: “Pneus de carros cantam tchuru-tchuru-tchuru”. E a Fer, com aquela cara-de-pau que deus lhe deu:
— Pneus talentosos, não?

Ninguém é musa do JMC por acaso.

Dancing QueensÉ melhor não dizer certas coisas na mesa do bar. Coisas que soem como papo de bêbado, principalmente. Por isso eu preciso reafirmar o que disse sábado à noite para o Polzonoff: Cara, gosto muito de você.
Fomos apresentados há algumas semanas, mas é como se nos conhecêssemos há anos. Sei que isso é clichê pra caralho, mas foda-se: É verdade. Paulo Polzonoff é meu amigo de infância. É um cara correto, de convívio agradável, engraçado, bondoso. Não tem pudores ridículos de dizer o que sente, de falar para quem quiser ouvir que é apaixonado pela namorada.
Polzonoff aprecia trocadilhos infames (como o do título deste post), desde que proferidos por ele. E é impiedoso com quem quer que ouse fazer trocadilhos infames em sua presença.
Polzonoff sabe que a vida é curta, e que as pessoas precisam saber o quanto gostamos delas antes que seja tarde.
Cara, na boa, eu te amo. Dê cá um beijinho!

Ah, a legenda da foto: Paulo Polzonoff e Marco Aurélio preparam-se para cantar ‘Dancing Queen’ num karaokê em Curitiba.
É sério.