Vamos fazer aquela brincadeira que meu amigo Panda tanto gosta? Aquela chamada Cada-Um-Cuida-Da-Sua-Vida? Vaaaaaaaaaaaaamo!!!!
Mês: março 2003
Eleanor Rigby deve estar se revirando em sua cova
Sim, eu resolvi gravar Eleanor Rigby. Não, eu não respeito as coisas sagradas. Ouçam!
Marco Aurélio – Eleanor Rigby
Sim, eu sei que meu inglês é tosco, que errei a letra em vários trechos e que meu falsete é a coisa mais horrenda do mundo.
Imbecis!
Eu não faço marketing pessoal aqui, e não me interessa se vocês pensam que eu faço. Estou desnorteado porque ontem uma garota linda me abriu um universo de possibilidades até então impensáveis. E vou continuar desnorteado. Minha vida NÃO É este blog. Vão viver.
Cabeção a mil
Era pra ter o último capítulo do Levítico aqui. Mas acabo de receber uma notícia totalmente inesperada. Estou todo perdido, não sei o que fazer, pensar ou sentir. Então tenham paciência. Levítico, só depois.
Aviso
Atenção, meu povo. É capaz que isto aqui saia do ar por uns três dias. Não se desesperem: É por causa da mudança de provedor. Muita calma.
Santa ignorância
O certo é Father McKenzie, e não Father Mackenzie. Obrigado ao Flavio pela correção. E para quem não sabe do que estamos falando:
Eleanor Rigby
(Lennon/McCartney)
Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people
Eleanor Rigby, picks up the rice
in the church where a wedding has been
Lives in a dream
Waits at the window, wearing the face
that she keeps in a jar by the door
Who is it for
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Father McKenzie, writing the words
of a sermon that no one will hear
No one comes near
Look at him working, darning his socks
in the night when there’s nobody there
What does he care
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Ah, look at all the lonely people
Ah, look at all the lonely people
Eleanor Rigby, died in the church
and was buried along with her name
Nobody came
Father McKenzie, wiping the dirt
from his hands as he walks from the grave
No one was saved
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Utilidade pública
Você tem uma impressora Epson? Tá cansado de gastar fortunas com sua bebedora de tinta? Então. Eu também. Tenho uma C60 e não admitia gastar 100 reais num cartucho. Então descobri uma solução conjunta: O software SSC Service Utility, que controla o chip dos cartuchos, “enganando” a impressora; e as tintas da Guterpast. Baixei o software, encomendei as tintas e agora, com apenas 39 reais, tenho um cartucho preto e um colorido novinhos. Não é magia! É tecnologia!
Ah, e não é propaganda de graça também. O negócio é bom, só queria que vocês conhecessem. Mas leiam as instruções tanto do software quanto da reposição da tinta. Não me responsabilizo por nada.
Explicação
O moskito não quer campanha. Então não tem campanha.
Pânico na Bela Vista
E lá fui eu para a aula de direção. Dei as voltas de hábito, fiz baliza, aquele lance da ladeira e tal. Troquei de carro no meio da aula (é foda, quando tô quase pegando o jeito do Corsa, volto pro Gol). Tudo uma beleza. Até a hora em que a instrutora falou em tom casual:
— Pode engatar uma terceira aqui.
Estranhei. Como vocês devem saber, na aula e no teste do Detran você só dirige em primeira e segunda. Tudo bem, engatei a terceira e dei seta para a direita, para continuar o percurso habitual.
— Pra onde cê vai?
— Vou entrar na subida ali, oras.
— Que mané subida! Vai reto!
— Mas ali na frente é a AVENIDA NOVE DE JULHO!
— …
— Sandra, são SETE HORAS! Trânsito caótico! Ônibus! Motos! Faixas estreitas! Saídas de viadutos!
— …
— Ai meu São Serapião…
E lá fui eu encarar a Nove de Julho. O medo passou rapidinho. Mas, puta que pariu, não sei onde a instrutora está com a cabeça. Eu sou um desastre nas aulas e mesmo assim ela me enfia na avenida. MEDO!
There’s too much love
É cada uma que eu vejo… Ontem, por exemplo. Estava no ônibus, em pé, ouvindo Belle & Sebastian no discman. Dá pra ouvir um CD inteiro no trajeto do Brooklin até o Centro: 40 minutos, isso se o trânsito estiver bom. Então. O ônibus já estava entrando no terminal e o CD já estava na última música, There’s too much love, quando começou o tumulto. Um dos passageiros se levantou e começou a bater em outro, que só se defendia como podia e gritava “Você é louco! Louco!”. E o cara, enquanto batia, ia falando:
— Filho da puta! Tá desde a Berrini se esfregando em mim! Viado filho da puta!
— Cê é louco! O ônibus tá cheio! Cê é louco! Olha bem pra mim, vê se eu vou ficar me esfregando em homem! Cê é louco!
— Tava sim! Desde a Berrini!
— Cê é louco!
E assim continuou. Os dois desceram no terminal junto com todos os outros passageiros, um falando e batendo, o outro apanhando e falando. Até que vieram os seguranças e apartaram a briga, acabando com nossa diversão.
Nem vou questionar aqui se o cara estava ou não se esfregando no outro. O que me chamou a atenção foi outra coisa: Porque o “machão” só reagiu quando chegou no terminal, se o cara já estava se esfregando nele havia pelo menos quarenta minutos??? Tava gostando, o safadão…
Pois é, there’s too much love to go around these days.
