Em que eu acredito

Muita gente me pergunta em que eu acredito. Pois bem, eu acredito em coisas como esse bilhete aí embaixo. O rapaz de 23 anos que o escreveu em 1967 não sabia se a menina de 16 anos iria aceitar ou não namorar com ele. E não tinha como saber que ela não só aceitaria como ficariam noivos no ano seguinte. E nem imaginava que iria se casar com ela em janeiro de 1974 e que teriam três filhos e que estariam juntos ainda no longínquo ano de 2002. Não passava pela cabeça de ninguém, nem dos mais ardorosos fãs de ficção científica, coisas como a Internet. Portanto, esse rapaz nunca ia imaginar que seu filho mais velho seria autor de uma coisa chamada blog, e que um dia teria a idéia de publicar o bilhete que juntou seus pais. Ah, e hoje meu pai é um ferrenho defensor da língua portuguesa, o que ele não era nem pensava em ser em 1967.
Eu acredito nisso: na força do que tem que ser.

2 comments

  1. essa…..e tenho certeza……foi a coisa mais sincera e respeitavel que ja li nesse blog……..e o mais curioso e não ter nenhum comentario…..sei lá!
    mais acho que merecia…..realmente
    parabens…..filho do seu pai.

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